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“A Liderança começa na forma como vivemos os nossos valores todos os dias”

A liderança já não se mede pelo cargo que se ocupa, mas pela capacidade de inspirar, transformar e criar oportunidades para os outros crescerem. As mulheres têm vindo a conquistar o seu espaço nas empresas, no empreendedorismo e na economia, não para liderarem como os homens, mas para afirmarem um estilo de liderança próprio, mais colaborativo, estratégico e orientado para as pessoas. Nesta entrevista à Business Voice, Teresa Esteban, CEO e Co-founder da Rede do Empresário, desafia as ideias feitas sobre o poder e a liderança, partilhando a sua experiência enquanto empreendedora e líder. Numa conversa marcada pela visão, pela autenticidade e pela ambição, reflete sobre o papel crescente das mulheres na construção de organizações mais inovadoras, inclusivas e competitivas. Porque o futuro da liderança não pertence a um género, mas a quem tem a coragem de fazer acontecer.

A Rede do Empresário nasce num contexto onde o networking deixou de ser apenas relacional para se tornar estratégico. Como surgiu este projeto e que lacuna identificou no mercado que a levou a criar uma rede com um posicionamento tão diferenciador?
A Rede do Empresário nasceu num dos períodos mais desafiantes para as empresas: o início da pandemia. Mas, mais do que uma resposta a uma crise, nasceu da convicção de que Portugal precisava de uma plataforma capaz de aproximar pessoas, organizações e conhecimento de uma forma mais estruturada e estratégica.
Ao longo da minha carreira tive o privilégio de trabalhar muito próximo da academia, do tecido empresarial e das entidades governamentais. Essa experiência permitiu-me perceber que, apesar de todos reconhecerem a importância da colaboração, continuavam a existir barreiras que impediam a criação de verdadeiras sinergias. Havia excelentes projetos, empresas inovadoras, investigadores com conhecimento de enorme valor e instituições disponíveis para colaborar, mas faltava uma ponte que transformasse essas ligações em iniciativas concretas.
Foi precisamente essa lacuna que identifiquei. O networking, para mim, nunca foi apenas trocar contactos ou distribuir cartões de visita. O verdadeiro networking acontece quando gera confiança, partilha de conhecimento, oportunidades de negócio, inovação e crescimento para todos os envolvidos. Era essa visão que queria materializar.
A ideia ganhou ainda mais força durante o período em que fui consultora de uma associação de parques tecnológicos. Nas inúmeras conversas com empresários, sobretudo de pequenas e médias empresas, percebi que muitos enfrentavam os mesmos desafios: dificuldade em ganhar visibilidade, aceder a parceiros estratégicos, comunicar o valor dos seus projetos e integrar redes onde pudessem aprender com outros empresários. Existia talento e capacidade de inovação, mas faltava um ecossistema que promovesse ligações consistentes e gerasse impacto real.
Foi assim que nasceu a Rede do Empresário: com o propósito de criar uma comunidade onde as relações são construídas com base na confiança, na colaboração e na criação de valor. Uma rede que vai muito além da organização de eventos. Desenvolvemos iniciativas que aproximam empresas, promovem a comunicação das marcas, estimulam a partilha de conhecimento e de boas práticas e criam oportunidades reais de negócio, sempre numa lógica de crescimento conjunto.
Naturalmente, houve também uma motivação pessoal. A pandemia levou-me a refletir sobre o meu percurso profissional e a perceber que era o momento certo para transformar uma visão numa empresa com identidade própria. Sempre tive um espírito empreendedor e uma rede de contactos construída ao longo de muitos anos, e senti que podia colocar essa experiência ao serviço dos empresários portugueses.
Hoje, acredito que o posicionamento diferenciador da Rede do Empresário resulta precisamente dessa combinação entre experiência, propósito e ação. Não somos apenas uma plataforma de networking; somos uma comunidade que liga pessoas, conhecimento e oportunidades, contribuindo para que empresários e organizações cresçam de forma mais colaborativa, mais sustentável e com um impacto positivo na economia e na sociedade.

Num mundo onde todos estão “conectados”, mas nem sempre verdadeiramente ligados, o que distingue uma rede de contactos comum de uma comunidade empresarial com impacto real como a Rede do Empresário?
Vivemos num tempo em que é muito fácil estar conectado, mas nem sempre é fácil estar verdadeiramente ligado. Podemos ter milhares de contactos, estar presentes em várias plataformas e participar em inúmeros eventos, mas isso não significa, por si só, que exista uma relação de confiança, colaboração ou impacto.
É precisamente aqui que a Rede do Empresário se distingue. Uma rede de contactos comum aproxima pessoas; uma comunidade empresarial com impacto real aproxima propósitos, desafios e soluções. Não queremos apenas juntar empresários no mesmo espaço. Queremos criar condições para que se escutem, partilhem experiências, identifiquem oportunidades e construam respostas concretas para os desafios que enfrentam.
Tudo o que desenvolvemos parte de uma lógica muito simples, mas essencial: ouvir primeiro, agir depois. As nossas iniciativas nascem do contacto direto com os empresários, da auscultação das suas necessidades e da leitura do território. Recorremos a questionários, encontros, conversas e amostras representativas de empresas de diferentes setores e regiões do país, muitas vezes com o apoio dos municípios. Isto permite-nos compreender melhor as realidades locais e transformar essa informação em novos produtos, serviços, programas e iniciativas úteis para o tecido empresarial.
O impacto da Rede do Empresário está precisamente nesta capacidade de transformar escuta em ação. Quando um empresário sente que a sua voz é ouvida, que os seus desafios são compreendidos e que pode encontrar numa comunidade parceiros, conhecimento e oportunidades, deixa de ser apenas mais um contacto numa base de dados. Passa a fazer parte de um ecossistema vivo.
Uma comunidade empresarial verdadeira não se mede apenas pelo número de membros, mas pela qualidade das ligações que cria, pela confiança que gera e pelos resultados que consegue produzir. Mede-se pela capacidade de colocar empresas a conversar, de aproximar empresários de municípios, universidades, especialistas e entidades públicas, e de transformar essas ligações em projetos, negócios, parcerias e crescimento.
Na Rede do Empresário, acreditamos que o networking só tem valor quando cria movimento. Quando inspira uma empresa a comunicar melhor, quando ajuda outra a encontrar um parceiro, quando promove a partilha de boas práticas, quando abre portas a novos mercados ou quando dá visibilidade a quem está a criar valor no território.
Por isso, mais do que uma rede de contactos, somos uma comunidade de ação. Uma comunidade construída com os empresários e para os empresários, onde cada iniciativa tem como objetivo gerar impacto real: nas empresas, nas regiões e na economia.

Crescer uma rede é fácil — gerar valor consistente é o verdadeiro desafio. Qual tem sido o maior teste à sustentabilidade e relevância da Rede do Empresário ao longo do tempo?
O maior desafio nunca foi fazer crescer a comunidade. Hoje, com as ferramentas digitais, é relativamente simples reunir pessoas ou aumentar uma base de contactos. O verdadeiro desafio é construir confiança suficiente para que os empresários regressem, participem, recomendem e sintam que fazem parte de um projeto que lhes acrescenta valor.
No mundo empresarial, a confiança não se compra nem se comunica apenas através do marketing; conquista-se através da consistência. Cada evento, cada iniciativa, cada parceria e cada oportunidade criada tem de corresponder às expectativas de quem acredita em nós. Essa responsabilidade aumenta à medida que a comunidade cresce.
Desde o primeiro dia, a Rede do Empresário assumiu um compromisso muito claro: colocar as necessidades das empresas no centro de todas as decisões. Isso significa ouvir continuamente os empresários, adaptar iniciativas, criar respostas para novos desafios e nunca assumir que o sucesso de ontem garante a relevância de amanhã. O mercado muda, as empresas evoluem e nós temos de evoluir com elas.
Talvez o maior indicador de que estamos a cumprir esse propósito seja o facto de a maioria do nosso crescimento acontecer de forma orgânica. São os próprios empresários que recomendam a Rede do Empresário a outros empresários. Essa confiança, esse passa-a-palavra e a vontade de trazer novos membros para a comunidade representam, para mim, o reconhecimento mais valioso que podemos receber.
Naturalmente, manter essa relevância exige inovação permanente. Não basta organizar eventos; é necessário criar experiências que gerem conhecimento, relações de confiança, oportunidades de negócio e impacto económico. Exige também estar próximo dos territórios, compreender as diferentes realidades das empresas e construir pontes entre empresários, municípios, universidades, associações e outras entidades que podem contribuir para o crescimento do ecossistema empresarial.
A sustentabilidade da Rede do Empresário resulta precisamente desse equilíbrio entre visão estratégica e proximidade humana. Crescemos porque nunca perdemos de vista a nossa missão: criar valor real para quem empreende. E enquanto continuarmos a merecer a confiança dos empresários, saberemos que estamos a cumprir o nosso propósito.

A liderança feminina tem ganho cada vez mais visibilidade — mas ainda enfrenta desafios estruturais. Na sua experiência, o que continua a diferenciar (ou a dificultar) o caminho das mulheres em posições de liderança?
A minha experiência pessoal talvez não corresponda à narrativa mais comum. Ao longo do meu percurso profissional, nunca senti que o facto de ser mulher tivesse condicionado a minha evolução. Tive a oportunidade de trabalhar em diferentes organizações, colaborar com equipas muito diversas e assumir funções de liderança, e sempre senti que fui respeitada pelas minhas competências, pelo meu trabalho e pelos resultados que entregava.
Sempre acreditei que a credibilidade se constrói diariamente, através da consistência, da capacidade de criar valor e da forma como lideramos pessoas e projetos. Foi isso que procurei fazer ao longo da minha carreira e, felizmente, encontrei líderes e equipas que reconheceram esse contributo.
Isso não significa, naturalmente, que todas as mulheres tenham vivido a mesma realidade. Existem setores e contextos onde continuam a existir desafios estruturais, seja no acesso a cargos de decisão, na conciliação entre a vida profissional e familiar ou na forma como a liderança feminina ainda é, por vezes, percecionada. Essas realidades existem e merecem continuar a ser debatidas e transformadas.
No entanto, prefiro olhar para a liderança para além da questão do género. Para mim, um bom líder distingue-se pela visão, pela capacidade de inspirar, de tomar decisões, de desenvolver pessoas e de gerar impacto positivo nas organizações. Essas características não pertencem aos homens nem às mulheres; pertencem às pessoas.
Sempre gostei de trabalhar tanto com homens como com mulheres. Nunca vi a liderança como uma competição entre géneros, mas como uma oportunidade de reunir diferentes perspetivas, competências e formas de pensar. As organizações mais fortes são precisamente aquelas que conseguem valorizar essa diversidade.
Tenho uma enorme admiração por mulheres que construíram percursos de excelência, que abriram caminho para outras gerações e que lideram com competência, coragem e autenticidade. São exemplos que inspiram não apenas outras mulheres, mas qualquer pessoa que ambicione fazer a diferença.
Acredito que o verdadeiro desafio para o futuro não é criar líderes femininas ou masculinas. É criar organizações onde o talento, o mérito, a ética e a capacidade de gerar impacto sejam sempre os principais critérios de liderança.

Ser mulher, líder e empreendedora implica muitas vezes gerir múltiplos papéis e expectativas. Que características considera essenciais para uma liderança feminina forte, influente e sustentável no atual contexto empresarial?
Ao longo do meu percurso, percebi que a liderança não começa quando assumimos um cargo de direção. A liderança começa na forma como vivemos os nossos valores todos os dias, nas decisões que tomamos quando ninguém está a olhar e na forma como tratamos as pessoas com quem trabalhamos.
Se tivesse de resumir aquilo em que acredito, diria que existem três características que procuro viver diariamente e que considero essenciais para qualquer líder, seja mulher ou homem: autenticidade, coragem e generosidade.
A autenticidade é a base de tudo. Vivemos numa época em que existe uma enorme pressão para corresponder a modelos de sucesso ou a expectativas criadas pelos outros. No entanto, acredito que os líderes mais influentes são aqueles que não têm receio de ser quem são. As pessoas seguem líderes verdadeiros, coerentes e transparentes, não personagens. Nunca procurei liderar para impressionar; procurei sempre liderar com propósito, mantendo-me fiel aos meus princípios e aos valores que me definem.
A coragem é igualmente indispensável. Empreender é tomar decisões difíceis, assumir riscos, aceitar que nem sempre tudo corre como planeado e continuar a avançar. Coragem não significa ausência de medo; significa agir apesar dele. Ao longo da minha vida profissional tomei decisões que implicaram sair da zona de conforto, criar projetos do zero, enfrentar momentos de incerteza e acreditar numa visão antes de ela ser reconhecida pelos outros. Essa coragem continua a ser um dos pilares da minha forma de liderar.
A terceira característica é, talvez, aquela que mais me define: a generosidade. Durante muitos anos acreditou-se que liderar era competir. Eu acredito exatamente no contrário. Liderar é criar oportunidades para que outros cresçam. É partilhar conhecimento, abrir portas, promover ligações, dar visibilidade a quem merece e celebrar o sucesso coletivo. Acredito profundamente que quando ajudamos outras pessoas a crescer, crescemos também enquanto líderes e enquanto organizações.
Estas três características acompanham-me não apenas enquanto empresária, mas também enquanto mulher e mãe. Nunca senti necessidade de ser uma pessoa no contexto profissional e outra no contexto familiar. Os valores que procuro transmitir aos meus filhos são exatamente os mesmos que levo para as empresas, para as equipas e para todos os projetos que lidero: agir com integridade, enfrentar os desafios com coragem e nunca esquecer que o sucesso faz muito mais sentido quando é construído em conjunto.
No contexto empresarial atual, marcado por uma enorme velocidade de mudança, acredito que a liderança do futuro será cada vez menos centrada na autoridade e cada vez mais na influência, na capacidade de criar confiança e de mobilizar pessoas em torno de um propósito comum. É essa liderança que procuro construir todos os dias.

Num ecossistema empresarial em constante mudança, onde a confiança e a colaboração são ativos críticos, como podem as líderes — e os líderes — construir redes de influência autênticas e duradouras?
No contexto empresarial, a tecnologia aproxima pessoas em segundos, mas a confiança continua a levar tempo a construir. E, na minha opinião, esse será sempre o maior ativo de qualquer líder.
Muitas vezes confundimos influência com visibilidade. Hoje é relativamente fácil ganhar notoriedade, ter presença nas redes sociais ou participar em inúmeros eventos. O difícil é construir uma reputação sólida, baseada na coerência entre aquilo que dizemos, aquilo que fazemos e a forma como nos relacionamos com os outros. A verdadeira influência não nasce da exposição, nasce da credibilidade.
Ao longo da minha carreira aprendi que as redes mais fortes não são aquelas onde conhecemos mais pessoas, mas aquelas onde as pessoas sabem que podem contar connosco. A confiança constrói-se na consistência, no cumprimento da palavra dada, na capacidade de criar valor antes de esperar receber algo em troca e na disponibilidade para colaborar de forma genuína.
É precisamente essa filosofia que procuramos promover na Rede do Empresário. Acreditamos que as relações empresariais mais duradouras não começam com uma proposta comercial; começam com uma conversa, com a partilha de conhecimento, com a identificação de desafios comuns e com a vontade de encontrar soluções em conjunto. Quando existe confiança, as oportunidades surgem naturalmente.
Outro aspeto que considero fundamental é a partilha natural. Durante muito tempo, o sucesso empresarial foi visto como uma competição permanente. Hoje, acredito que as organizações e os líderes que mais crescem são aqueles que compreendem o poder da colaboração. Partilhar conhecimento, abrir portas, criar pontes entre empresas, aproximar diferentes gerações, setores e territórios não diminui ninguém; pelo contrário, fortalece todo o ecossistema.
As redes de influência mais relevantes são também aquelas que sabem integrar diferentes perspetivas. Empresas, universidades, municípios, associações empresariais, startups e grandes organizações têm todas um papel complementar na criação de inovação e desenvolvimento económico. Quando conseguimos ligar estes diferentes intervenientes em torno de um propósito comum, criamos um impacto muito maior do que qualquer organização conseguiria alcançar isoladamente.
Enquanto líder, acredito que a influência não deve ser um objetivo em si mesma; deve ser uma consequência da forma como servimos a comunidade que nos rodeia. Os líderes que deixam marca são aqueles que inspiram confiança, que cumprem aquilo a que se comprometem e que fazem com que outras pessoas também cresçam.
No final, é isso que distingue uma rede de contactos de uma verdadeira rede de influência, não é a quantidade de pessoas que conhecemos, mas a qualidade das relações que construímos e o impacto positivo que conseguimos gerar na vida das pessoas, das empresas e da sociedade.

Hoje, a Rede do Empresário posiciona-se como muito mais do que uma plataforma de networking. De que forma se afirma como um verdadeiro parceiro de excelência para empresas e profissionais que procuram crescer com estratégia, confiança e resultados?
Desde a sua criação, a Rede do Empresário teve uma ambição muito clara, deixar de ser apenas um espaço onde empresários se encontram para se tornar um ecossistema onde as empresas crescem, colaboram e criam valor em conjunto.
Hoje, afirmamo-nos como um parceiro estratégico porque acompanhamos as empresas para além do momento do primeiro contacto. O nosso papel é criar condições para que cada empresário encontre as pessoas certas, o conhecimento certo e as oportunidades certas para acelerar o crescimento do seu negócio. Acreditamos que o verdadeiro networking não termina quando um evento acaba; é precisamente aí que começa o trabalho mais importante: transformar relações em projetos, ideias em oportunidades e contactos em parcerias duradouras.
Ao longo dos últimos anos, temos vindo a construir uma comunidade que liga empresas de diferentes setores, dimensões e regiões do país. Trabalhamos lado a lado com empresários, municípios, universidades, associações empresariais e outras organizações porque acreditamos que o desenvolvimento económico se constrói através da colaboração. Nenhuma empresa cresce verdadeiramente isolada.
A nossa atuação assenta em três pilares fundamentais: conhecimento, relacionamento e ação. Promovemos encontros empresariais, conferências, programas de capacitação, iniciativas de inovação, projetos de comunicação e valorização das empresas, estudos sobre o tecido empresarial e múltiplas oportunidades de partilha de experiências e boas práticas. Cada iniciativa nasce da escuta ativa da comunidade e da vontade de responder aos desafios reais que as empresas enfrentam diariamente.
Mais do que criar eventos, procuramos criar impacto. Medimos o nosso sucesso pelas parcerias que nasceram na Rede do Empresário, pelos negócios concretizados entre membros, pelas empresas que ganharam visibilidade, pelos projetos colaborativos que ajudámos a desenvolver e, sobretudo, pela confiança que os empresários continuam a depositar em nós. Esse continua a ser o nosso maior ativo.
Num mercado cada vez mais competitivo e imprevisível, as empresas precisam de muito mais do que informação. Precisam de contexto, de relações de confiança, de acesso a conhecimento qualificado e de uma comunidade que caminhe ao seu lado. É exatamente esse o compromisso que assumimos todos os dias.
Olhando para o futuro, queremos continuar a reforçar o papel da Rede do Empresário como uma referência nacional na promoção da colaboração empresarial, da inovação e da criação de valor. Queremos aproximar ainda mais empresas, potenciar talento, dar visibilidade a boas práticas e contribuir para um tecido empresarial mais competitivo, mais sustentável e mais preparado para os desafios da próxima década.
Porque, no final, o sucesso de uma empresa nunca depende apenas daquilo que faz internamente. Depende também da qualidade das relações que constrói, da confiança que inspira e da capacidade de crescer em conjunto com os outros. É essa visão que continuará a orientar a Rede do Empresário nos próximos anos.


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