IWG acelera a sua expansão em Portugal com nova abertura no Norte
● Spaces Matosinhos será o novo espaço de trabalho da IWG, com espaços de co-working, escritórios privados, salas de reuniões e áreas de criatividade e lazer
● A abertura coincide com a crescente procura de espaços de trabalho flexível, uma vez que as empresas procuram cada vez mais oferecer aos colaboradores uma rede de localizações que fomente a sua satisfação e produtividade.
● A nova localização eleva a presença nacional da IWG em Portugal para 22 centros e surge na sequência da assinatura de 899 espaços a nível global em 2024, registando um recorde de receitas e EBITDA
A International Workplace Group (IWG), a maior plataforma de espaços de trabalho híbridos do mundo, detentora de marcas como a Spaces and Regus, continua a sua estratégia de expansão em Portugal com a abertura do Spaces Matosinhos. Após as aberturas em Loulé durante o primeiro semestre deste ano, Matosinhos é a mais recente adição à rede da IWG, indo ao encontro da crescente procura de espaços de trabalho flexível em todo o país, com uma rede atual de 22 centros e planos para abrir três novos espaços até ao final de 2025.
Esta nova adição da mais recente localização do International Workplace Group surge na sequência do rápido crescimento da rede da empresa, com a assinatura de 899 novos centros para a sua rede em 2024 e a abertura de 624 novos espaços de trabalho.
“Esta nova abertura reforça a nossa presença num mercado chave como Portugal. Sendo um importante centro de negócios, Matosinhos é um local fantástico para impulsionarmos os nossos planos de expansão. Estamos muito satisfeitos por trabalhar em parceria com a Geo Investmentos, desenvolvendo a marca Spaces que irá acrescentar um espaço de trabalho de vanguarda ao seu edifício”, afirma Mark Dixon, CEO e fundador da IWG. “Esta abertura surge numa altura em que cada vez mais empresas descobrem que a flexibilidade laboral é tão popular entre os colaboradores, melhorando o equilíbrio e a satisfação entre a vida profissional e pessoal, enquanto proporciona uma multiplicidade de benefícios às empresas. Está provado que o nosso modelo de trabalho aumenta a produtividade e permite que as empresas ajuste a sua escala a custos muito reduzidos”, afirma Mark Dixon.
O Spaces Matosinhos será a primeira unidade da marca Spaces no norte de Portugal e abrirá no dia 1 de setembro. O novo espaço estará localizado perto da praia e do metro, ocupando todo o edifício da antiga fábrica Joana d’Arc, um elemento importante do património industrial da cidade. O edifício foi totalmente renovado e combina uma decoração e um design contemporâneos com um aspeto industrial bem preservado. Com 4.500 m² de espaço de trabalho - incluindo escritórios privados, salas de reuniões, coworking e espaços de criatividade e lazer, o centro está situado na Avenida Menéres, 640, em Matosinhos.
Este novo espaço é ideal tanto para empresas consolidadas como para startups de diversos setores — como retalho, comunicação, hotelaria e restauração — que procuram manter opções de trabalho híbrido. O serviço “Design Your Own Office” (“Desenhe o seu Próprio Escritório”) da IWG permite às empresas personalizar totalmente o seu espaço de acordo com as suas necessidades operacionais.
À medida que as empresas adotam modelos mais flexíveis e descentralizados a longo prazo, prevê-se que 30% de todos os imóveis comerciais serão espaços de trabalho flexíveis até 2030. Com a IWG, os parceiros podem capitalizar este setor em rápido crescimento, ao mesmo tempo que são apoiados pela experiência inigualável do International Workplace Group. O trabalho híbrido permite às empresas reduzir significativamente as despesas gerais, com uma poupança média de 11 000 euros por empregado.
Estudos realizados por académicos de renome concluíram que uma maior flexibilidade quanto à forma e ao local de trabalho proporciona uma série de benefícios aos trabalhadores, incluindo um melhor equilíbrio entre a vida profissional e familiar, poupanças financeiras e benefícios para a saúde. As entidades empregadoras também colhem os frutos dos modelos híbridos através do aumento da produtividade da empresa, da redução de custos e de uma força de trabalho mais eficiente e empenhada. De facto, um estudo recente realizado pela IWG e pela empresa de consultoria em locais de trabalho Arup concluiu que o trabalho híbrido pode aumentar a produtividade em 11%.
“A abertura deste novo centro no concelho de Matosinhos, no Porto, reflete o nosso compromisso contínuo de descentralizar as oportunidades de trabalho, apoiando as comunidades locais através da disponibilização de espaços de trabalho de elevada qualidade em locais mais próximos e convenientes. Com esta localização, pretendemos servir melhor as empresas e os profissionais que procuram soluções modernas e flexíveis perto de casa no norte de Portugal”, afirma Jorge Valdeira, diretor geral da IWG Portugal. “Pretendemos continuar a expandir a nossa presença em Portugal, com a abertura de novos espaços que respondam à crescente procura de soluções de trabalho flexíveis. O mercado português continua a revelar um forte dinamismo e uma procura consistente de modelos de ocupação de escritórios mais ágeis e sustentáveis”.
A IWG é a principal plataforma global para o trabalho - com milhares de locais em mais de 120 países, podendo os membros aceder a todos os locais e serviços empresariais através da aplicação IWG. 83% das empresas da Fortune 500 já fazem parte da sua base de clientes.
A estratégia de expansão multimarcas da IWG foi concebida para atrair empresas e empresários de todos os tipos. A empresa cria valor pessoal, financeiro e estratégico para empresas de todos os tamanhos - desde as multinacionais mais reconhecidas até aos indivíduos e à próxima geração de líderes empresariais. Todos beneficiam do poder do trabalho flexível para aumentar a produtividade, a eficiência, a agilidade e a proximidade do mercado.
À medida que a mudança em curso para modelos de trabalho mais flexíveis, descentralizados e híbridos se acelera, o potencial de crescimento é exponencial, com uma estimativa de 1,2 mil milhões de trabalhadores de colarinho branco a nível mundial e um mercado total de mais de 2 biliões de dólares.